desta vez a décima e última temporada de friends...
me dá tristeza o fim de coisas que gosto,
e me permito uma certa melancolia pelo fim duma série de tv.
e me lembrei dos vários encontros de fim de ano escolares,
da turma de estágio e de cursos...
momentos que sabemos serem os últimos ao lado de muitas daquelas pessoas,
e as falsas promessas de manter contato...
não que seja falso o desejo, a vontade...
mas de fato, nunca mais veremos...
mas também é fato, que esquecemos de tudo isso,
e seguimos em frente ;-]
::protège moi - ou - proteja-me do que eu quero - parte II::
"viver é uma besteira, a gente nasce, sofre e morre"
quando minha mãe falou isso passei instantes boquiaberto...
...
nunca fui de ter discussões filosóficas e existenciais com ela,
e no entando ela sempre foi um parâmetro,
minha mãe é prática, não perde tempo com frescuras,
amo isso nela.
ela sempre deixa claro a diferença entre amar e fazerem ela de besta.
acho isso fundamental...
...
ainda tenho muito o que aprender com ela
uh, sexy, só a kylie pra sair dum cd player em pleno palco!
sabe...
acho um pouco bom não ouvir música triste quando se está triste...
nada contra músicas tristes,
mas não gosto de ficar mais triste do q já estou.
posso até ouvir uma música aqui, ou acolá,
mas fazer um playlist assassino nunca.
nem tou triste agora,
mas me veio esse pensamento pq um amigo anda triste,
e perturbado,
e cheio de dúvidas,
e ouvindo músicas tristes...
eu amo a kylie, pq ela me alegra profundamente,
coloco logo o dvd da fever tour e tenho orgasmos visuais...
músicas tristes são boas em noite de chuva,
como pretexto pra tomar vinho e dormir...
e se tudo der certo, sonhar coisas boas com quem está longe...
e no fim, acordarmos felizes,
cantarolando "la la la la la la la la la la la..."
"alguém se incomoda que eu viva só de presente e passado? eu não!"
li isso num blog esses dias...
é, realmente não me incomoda que essa pessoa ache isso...
me incomodaria se EU pensasse assim.
uma coisa aprendi, do passado só servem as lições...
o tempo não volta, nem pára.
quantas pessoas eu vejo q não vivem
estagnadas no desejo de permanência do passado...
no desejo de q o olhar de alguém seja o mesmo sempre...
e não se permite a beleza das "primeiras vezes"
do meu passado, guardo muito pouco.
as tristezas q nutria, matei de fome e onde enterrei nem lembro...
e do velório parti pra viver,
fui experimentar,
fui testar meus desejos, descobrir que saciá-los é não querer mais,
e não quero mais muita coisa,
pois o passado deixou de me interessar.
não sou o mesmo,
e me assusta reencontrar pessoas e constatar q elas não me surpreendem.
sinto pena na verdade.
viver é surpreender-se,
e vivo mais quando descubro q a pessoa q mais me surpreende sou eu mesmo.
quase disse isso tudo pra pessoa do blog...
mas aí vi q contaria um segredo para alguém q não está pronto para ouvir...
e q o presente surpreenda a todos nós,
e q eu nunca queira viver de passado...
então... sempre tocamos nesse assunto...
AMOR
curiosamente umas três pessoas me perguntaram sobre o amor,
e elas me perguntaram num momento q andei pensando sobre...
e disse:
"o amor é algo sempre novo, nunca igual...
posso ter dito há meses q amo alguém,
e realmente acreditar q a amo...
mas até então uso certos parâmetros,
e acontece de surgir o 'único' dela...
e tudo fica mais claro, e inédito...
é isso:
o amor é inédito, e incomparável"
por não encontrar, decidiu ser um...
e foi, de vários...
o grande amor da vida...
plena dedicação e atenção...
presentes, bilhetes,
amigo, confidente,
amante, porto...
entendia,
aconselhava,
e então partia...
e no fundo... amou ninguém...
era apenas a imagem do que procurava...